Pinturas

Descrição da pintura de Peter Brueghel, o Velho, “provérbios holandeses”

Descrição da pintura de Peter Brueghel, o Velho, “provérbios holandeses”


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A pintura de Bruegel, “Provérbios holandeses”, contém mais de cem provérbios, muitos dos quais não foram resolvidos, e alguns ainda são usados ​​em nossas vidas.

Os críticos de arte ainda estão identificando muitos provérbios, e mais de cem provérbios e expressões aladas já foram encontrados na imagem. Vemos no centro da imagem um caramanchão proeminente no qual uma pessoa confessa ao diabo. Ao mesmo tempo, um monge próximo zomba de Jesus Cristo, dando-lhe uma barba artificial. O telhado coberto de tortas é uma ilustração do paraíso dos tolos alado, e a ausência de uma parte do azulejo é um protótipo do moderno "as paredes têm orelhas".

O homem na torre está envolvido em um trabalho sem objetivo - "joga penas ao vento", e seu amigo "segura sua capa ao vento", isto é, ajusta suas crenças às circunstâncias. Uma mulher olhando para uma cegonha praticamente "conta o corvo". Há muitos personagens mais interessantes na imagem: uma garota que enrola uma linha com um travesseiro, uma garota carrega uma mancha de fumo e um balde de água, outra dá chifres ao marido, ou melhor o cobre com uma capa azul, uma pessoa tenta abrir a boca mais larga do que o cachimbo, ou seja, superestima suas capacidades ... E muitos, muitos outros que combinam provérbios, frases e expressões.

Em geral, o objetivo do autor da imagem não era apenas reunir muitos provérbios em uma tela, mas também condenar a estupidez, a destruição, a imoralidade. A maioria dos provérbios ridiculariza ou censura as pessoas com vários vícios: gula, mesquinharia, luxúria, orgulho, etc. Todo esse panorama folclórico é uma crítica cética aos contemporâneos do artista, que não é imposta ao espectador, mas é mostrada nas ações das pessoas na imagem, na maioria das vezes bastante ridículas, junto com os moradores comuns.

Para finalmente deixar claro o quão exagerado e ao mesmo tempo mais próximo da realidade a composição, o autor desenha um globo comum, mesmo que invertido, simbolizando a inversão do mundo e o início do caos com base no que já conseguiu abalar a vida normal.

Assim, Bruegel transmitiu inúmeras artes folclóricas em sua imagem e também expressou seu descontentamento, expondo, tanto quanto possível, as formas visuais a muitos vícios e problemas da época.





Senhora de azul


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