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Descrição da pintura de Rafael "A Madona Sistina"

Descrição da pintura de Rafael


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A foto mostra uma mulher com um filho, mas não é apenas uma mulher, é uma virgem segurando uma criança abençoada nos braços. Seu olhar gentil e ao mesmo tempo triste parece saber sobre o futuro ingrato que seu filho espera. A criança, pelo contrário, é cheia de vida, força e energia, o que é muito claramente visto em sua constituição.

A mãe, trêmula e gentilmente, segura o filho nos braços, pressionando o corpo nu para mais perto de si mesma, como se tentasse protegê-lo de todos os problemas que a vida nos traz. Na gravura, uma mulher é representada em pé no céu, porque foi ela quem deu à luz o Salvador, ela trouxe a Bênção às terras dos pecadores.

À primeira vista, a imagem é simples e compreensível, mas Raphael sempre investiu mais no significado da imagem do que podia perceber no simples, não iniciado nos segredos das maravilhas da pintura. Os espectadores podem ficar por um longo tempo diante dessa imagem, admirando o belo rosto da mãe e o rosto ainda infantil, mas já confuso da mente, da criança.

Sua integridade parece nos dizer que sua missão na Terra está apenas começando e os destinos preparados pelo destino apenas enfatizarão o significado de suas ações. Esta é uma criança Divina, apresentada ao mundo, ou talvez sacrificada, a fim de mostrar que tudo nasce da mesma maneira, que as pessoas são filhos do Senhor, mas apenas perseguindo objetivos justos, você pode encontrar seu lugar entre as nuvens brancas.

A Madona Sistina é uma obra-prima, porque combina fenômenos incongruentes, como um corpo humano mortal e a sacralidade do espírito, inerentes às pessoas comuns, o nascimento de crianças e a expiação de pecados pela morte.

Tudo está confuso, tudo está discutindo, mas, ao mesmo tempo, complementa-se. Sem um corpo, seria impossível retratar uma mulher que apresentou ao mundo uma criança Divina, sem espírito, não há vida no corpo, sem a aparência natural de uma criança, como as pessoas entenderiam que elas também são capazes desde o nascimento de seguir o caminho correto, como sem tornar a expiação o pecado sem pecado.

Tantas emoções se encaixam em uma tela, tantas mentes e pensamentos humanos caíram no leito do conhecimento da verdade, mas somente o próprio autor pode, com confiança e sem ficção, dizer exatamente o que tinha em mente, combinando coisas incompatíveis.





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